WT: The Lover’s Dictionary, David Levithan

gravity, n.
I imagine you saved my life. And then I wonder if I’m just imagining it.
pag 103

Por Byzinha

Esse é um dos livros que eu peguei emprestado (com a Mareska, fyi). Eu literalmente li em uma tarde, porque é o tipo de livro que se pode fazer isso.

Do que se trata? Bem, The Lover’s Dictionary (“O Dicionário dos Amantes” em tradução livre e literal), de Levithan, nos conta a história de um casal que se conheceu pela internet e realmente se apaixonaram. A história é contada em primeira pessoa, pelo homem, e não têm nomes. As personagens são referidas por “Eu” e “Você”. A única coisa que sabemos é que o nome dela começa com “K” e há uma certa sugestão de que o nome dele não é dos mais bonitos.

O texto não tem capítulos. Ele é montado em ordem alfabética com uma palavra que signifique algum momento na vida deles. Exatamente por esse motivo, as situações não aparecem em ordem cronológica, o que é mais interessante ainda.

Agora para a minha impressão pessoal.

Eu não sei quais expectativas eu tinha nesse livro. Eu já tinha ouvido coisas boas (por causa de Nick&Norah) e ruins (Will Grayson, Will Grayson) sobre o Levithan, mas como nunca tinha lido nada dele, não julguei. Quando comecei Lover’s, achei a coisa mais adorável da face da Terra! O jeito que ele a ama, como conta dela! Gente, é tão doce!

Tem partes que te faz rir muito, partes que faz você ficar triste por eles… E eu já vou avisando que nem tudo é respondido. Porque exatamente como qualquer relacionamento, algumas coisas ficam sem resposta.

O livro vale a pena, definitivamente não é uma tarde perdida. Sabe aquele quote lá no início? Tem muito mais como ele. Enchi o livro com papeiszinhos marcando meus preferidos kekeke

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WT: Quem É Você, Alasca?, John Green

“Cruzes! Não posso ser uma dessas pessoas ficam sentadas falando que pretendem fazer isso e aquilo. Eu vou fazer e pronto.” – pag 55

Por Byzinha

Há algumas semanas eu vim aqui contar para vocês sobre a minha experiência feliz com An Abundance of Katherines, o segundo livro da carreira de John Green e o segundo dele que eu li [x]. Qual não foi a minha surpresa quando eu olhei os comentários RECHEADOS de gente que nunca tinha lido Quem É Você, Alaska????? Então eu resolvi me aventurar nesse programa de índio que é fazer resenha de um livro que você ama do fundo da alma.

Um dia eu estava linda no twitter quando uma das minhas leitoras (Camila) falou “BY, TEM UM LIVRO DO JOHN GREEN QUE VOCÊ PRECISA LER.” Não com exatamente essas palavras, mas com essa empolgação. Como eu contei em Katherines, comprei o livro e li em tipo 12 horas.

Quem É Você, Alasca? conta a história de Miles Halter, um garoto da Flórida de 16 anos que resolve estudar no mesmo colégio interno que o pai estudou no Alabama. Na Flórida, Miles era comum e sem amigos. Sua única companhia eram as últimas palavras dos mortos registradas nas muitas biografias da biblioteca do seu pai. Ao chegar em Culver Creek, Miles conhece Chip Martin – o Coronel – que logo o apelida de Gordo, justamente porque ele é magrelo, e lhe apresenta Alasca Young, sua vizinha que tem cigarros, bebida, um gênio avassalador e uma beleza que faz Miles entender imediatamente o poder das mulheres.

O livro é narrado pelo ponto de vista de Miles de forma irreverente. Ele é um adolescente, mas também um nerd, então as palavras não são das mais fáceis (ex: tem uma hora que ele chama a Alasca de ~~belicosa~~), mas isso é o de menos. A distribuição da história é feita entre “antes” e “depois”, divido em “x dias antes” ou “y dias depois”, faz você rir e chorar e nos apresenta personagens tão intensos e bem desenvolvidos que meu Deus! Terminei de ler sabendo que era um bom livro, mas quando paro para pensar chego à seguinte conclusão: é o melhor livro que li esse ano. É um dos 10 melhores livros que li na vida. O segundo, para ser mais precisa.

Somos capazes de sobreviver a essas coisas horríveis, pois somos tão indestrutíveis quanto pensamos ser. – pag 226

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WT: It’s Kind of a Funny Story, Ned Vizzini

Por Byzinha

Essa foi uma semana muito feliz porque eu ganhei DOIS livros, comprei UM e ainda emprestei mais DOIS [x]. Sem contar o cd maravilhoso que a Thanny me deu, vomitei arco-íris. Mas hoje eu to aqui para falar desse um livro que eu ganhei, também da Thanny: It’s Kind of a Funny Story, do Ned Vizzini (em tradução livre: “Até Que É Uma História Engraçada” – eu traduzo como “engraçada” porque acho mais legal)

Craig Gilner é um garoto de 15 anos que fez de TUDO para entrar em uma das escolas mais difíceis de Nova York: a Escola Pré-Profissional Executiva. Ele costumava ser uma das pessoas mais inteligentes e faladeiras no ensino fundamental, mas, a partir do momento em que a pressão da escola pré-profissional começa a pesar em suas costas, ele começa a surtar. Ele tem ataques de pânico, não consegue comer e, se come, coloca tudo pra fora. Não consegue dormir. Até que, uma noite, ele está tão surtado que resolve querer se matar, pulando da ponte do Brooklyn.

Por alguma intervenção do destino, Craig encontra um livro da mãe dele sobre perdas antes de sair de casa e resolve seguir o que o livro diz: ligar para o Disk-Suicídio. Pelo telefone, Craig é aconselhado a ir para o hospital mais próximo e se inscrever para um teste psiquiátrico. Ele vai para o hospital que fica a duas quadras de distância de sua casa e é assim que ele acaba ficando internado lá por cinco dias.
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WT: An Abundance of Katherines, John Green

Por Byzinha

EU SEI! Era pra eu postar de Wolves of Mercy Falls 3! Mas eu li Katherines há pouco tempo e precisava MUITO falar dele!

Agora vamos lá, levanta a mão quem leu Quem é Você, Alasca? \o/ Curta história de quando eu li: todo mundo me mandava ler porque é um life-changing book; comprei o livro porque ele era o único da loja e li falando “mas o que tem de tão especial?” – em menos de um dia eu já tinha terminado sabendo que o livro era bom; mas foi depois de algum tempo (aquele momento vazio interno que você só reflete sobre o que acabou de ler) que eu percebi que tinha acabado de ler um dos melhores livros da minha vida.

Agora minha história com Katherines: Eu fui na Cultura com o objetivo de comprar Perks (of Being a Wallflower) em português mesmo porque foi um daqueles livros que você fica sabendo da existência por um mero acaso e resolve imediatamente querer ler, quando a Mareska tirou Katherines da estante e falou: “OLHA O QUE CHEGOU!!!!” e eu vi John Green na capa (porque sinceramente é a primeira coisa que você enxerga), vi o preço e falei: “*______________________*”

Então lá vai o que eu tenho pra falar de Katherines pra vocês.

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